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Nova Gestões Entrevista: uma carreira em expansão

Nova Gestões Entrevista: uma carreira em expansão

Cristian Rodrigues é formado em Gestão Financeira e há 15 anos trabalha na Nova Gestões. Na trajetória profissional de Cristian, dedicação e inovação fizeram com que o estagiário se tornasse um dos gerentes na companhia. Quer saber um pouco mais dessa evolução e também conhecer sobre o processo de atendimento à cooperativas feito pela Nova? Veja a entrevista com o nosso colaborador.

Nova Gestões Entrevista – Quando começou sua carreira na empresa?

Cristian Rodrigues – Comecei com estagiário em 2001. Fui efetivado comecei a trabalhar na área de cobrança. Em pouco tempo passei a supervisão, em seguida a gerencia e agora também cuido da área de licitações da empresa (toda a parte de licitações públicas, toda a parte de posicionamento da empresa).

NGE – Cristian, hoje sua equipe conta com aproximadamente 20 profissionais. Conte-nos um pouco mais sobre esse trabalho?

CR – Nosso carro chefe é o atendimento aos clientes de um grande banco, a Caixa Econômica. Incluímos, com o tempo a Secred, que é uma cooperativa de Crédito da região de Blumenau (SC) e temos também o Banco do Estado do Espírito Santo(Banestes). Para cada carteira temos um perfil diferenciado. Na Caixa, temos uma rotina com, no mínimo 8 acionamentos por hora com, pelo menos, 5 negociações ou 5 envios de boletos por dia, essa é uma meta mínima. O meu trabalho é cuidar do êxito da equipe. Trabalho para que eles tenham esse sucesso diariamente e tenham resultados também no final de semana.

NGE – Qual é o perfil de negociação para atender a um grande banco?

CR – Trabalho com a Caixa há 14 anos no setor de financiamento. Quando se trata de cobrança sobre o imóvel, em que a pessoa mora no local, o perfil da negociação é diferente, o interesse nosso em resolver a questão é sempre mais imediato, afinal não queremos que a pessoa perca a casa onde vive. Nesse caso, a gente trabalha com informações que nos ajudam com os argumentos no momento da negociação. Normalmente fazemos com uma sequencia de ligações até o acordo final com o cliente.

NGE – E no caso das cooperativas, como são as negociações?

CR – Na cooperativa, temos um perfil de negociação e de possibilidades de recebimento maior. Porque o cooperado é também, de certo modo, dono da sua cooperativa. Trabalhamos muito com reacordo também. São clientes que fecharam acordo e não cumpriram o pagamento. É um cliente que vai até um Ponto de Atendimento e solicita atendimento, são sócios da Cooperativa. Temos um receptivo cuja prioridade é atendê-los naquela mesma hora. São chamadas que demoram 10, 30 minutos, muito mais que o tempo normal de uma negociação justamente por conta deste perfil diferente de atendimento, é outro trabalho de treinamento com os nossos operadores. Eu tive a oportunidade de participar de um seminário da Secrede e conheci um pouco do conceito de cooperativa. Entender qual o significado disso para o cliente é fundamental para o nosso bom relacionamento com ele. Nós sempre oferecemos soluções, não e uma cobrança tão pesada. O cooperado tem interesse em receber, no final de certo período, a sua cota de participação, para isso, ele precisa estar em dia com a gente também. Trabalhamos com crédito pessoal, financiamento de veículo, de imóvel, de equipamentos agrícolas, cartões de crédito, enfim… Todos os produtos de um banco normal. Eles cuidam mais porque o negócio é de todos. É um perfil muito diferente de relação de assessoria.

NGE – Como a equipe é treinada para atender clientes com perfis tão diferentes?


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– Temos que seguir a mesma linha que e o banco ou cooperativa atua com os seus clientes ou cooperados. Por isso aqui seguimos a mesma linda de atendimento (usamos a mesma linguagem, nos preparamos conhecendo bem a empresa que nos contratou para fazer a melhor negociação). O atendimento e qualidade dos serviços no banco, na cooperativa precisa ser, no mínimo, o mesmo.

NGE – No departamento há também o cuidado com os editais e licitações, como isso funciona?

CR – Nós somos habilitados para trabalhar com atendimento de diferentes empreendimentos. O meu departamento é responsável por encontrar e analisar editais e apresentar nossa melhor solução para eles. Outra empresa do grupo, a JCS, oferece também assessoria jurídica, então temos condições de oferecer um trabalho bem completo.

NGE – Qual sua motivação para trabalhar aqui?

CR – Faz 14 anos que estou aqui e a vontade de fazer as coisas é a mesma. Então eu não me sinto cansado de fazer o meu trabalho. Eu continuo motivado. Outro fator que me motiva são as metas: a expectativa para os próximos meses é atingir as metas com a Caixa Econômica e conseguir a licitação com outros grandes bancos. Vamos também batalhar para continuar com nossos clientes sempre satisfeitos. 2016 é um ano que promete!

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