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Nova Gestões Entrevista: do campo de futebol para o mercado financeiro

Nova Gestões Entrevista: do campo de futebol para o mercado financeiro

Quando começou a pensar em qual profissão iria seguir, o jovem Willian Victor Moreira estava ainda no começo da adolescência e a escolha da carreira foi certeira: jogador de futebol. Willian foi longe, chegou a jogar profissionalmente em um dos principais times paranaense. Mas, se hoje você conhece o Willian, não é por ter assistido ao jogo algum campeonato, e sim porque aqui na Nova Gestões ele marca um verdadeiro golaço junto com um time de feras. Conheça essa trajetória profissional:
Nova Gestões – Willian, como foi esse começo da sua carreira e sua evolução dentro da empresa?
Willian Moreira –  Antes de trabalhar na empresa, eu era atleta profissional. Dos meus 16 aos meus 22 anos eu joguei  futebol. Devido a algumas lesões tive que abandonar a carreira, foi ai que eu decidi estudar e investir em uma outra área. Na época, eu já era amigo do sr. José Carlos [Skrzyszowski], o Zeso, como todo mundo o conhece aqui. Diante disso, eu abracei a empresa. Eu passei a amar a cobrança de uma maneira e hoje eu vejo que isso estava o meu sangue.Com o tempo, isso foi ganhando corpo dentro de mim. Eu evolui muito como pessoa e como profissional aqui dentro. Estou há 12 anos na na empresa, entrei na função de office boy, segui para área administrativa porque queria entender como funcionava o processo de cobrança. Entrei no chão de fábrica e, depois, fui para uma área chamada cobrança de garantia que é hoje o meu mundo: a cobrança de veículos. Hoje, faz sete anos que estou na carteira do banco Itaú, cinco deles como gerente
NG – Por que cobrança é teu mundo?
 
WM – Eu sou um cara bem antenado. Hoje, minha equipe tem 139 pessoas e o esporte me ajudou a ser bem disciplinado. Outra coisa que eu trouxe da época de atleta é o espirito de grupo. Eu sempre fui de ter em mente  que se outro cai, a gente pega pelo braço e ajuda a chegar até o objetivo. Uma coisa que eu gosto de destacar é que isso me ajuda a ter um poder de persuasão forte e isso eu uso aqui dentro.Quando você tem alguém na equipe com um problema lá fora, você tem que encontrar esse equilíbrio entre entender, ajudar e puxar para o foco, para o objetivo do time. Aqui é o nosso mundo, eu preciso da minha equipe, a equipe precisa de mim e eu preciso da empresa.
NG – Como é a sua rotina de trabalho aqui na empresa?
WM – Eu acordo todo dia e tenho a ciência que eu sou responsável pela minha vida financeira e pela vida financeira de mais 139 famílias. Tenho duas filhas, sou casado, então eu tenho uma super responsabilidade e isso me ajuda muito. Como meu pai me ensinou “a gente tem dois ouvidos e uma boca. Então escute muito e fale pouco” e isso eu desenvolvo aqui dentro. Sou amigo, sou profissional e sou chefe, então eu preciso ser mais discreto e trabalhar sempre. Quando estou dentro da minha arena eu me transformo
NG- O que você exige da sua equipe?
WM – De antemão, é preciso que cada um tenha um objetivo. Cada pessoa tem que se perguntar ‘Por que eu estou aqui hoje?’. Eu tenho meus sonhos e tendo dividir isso para todos na equipe, buscar mostrar que tudo tem um objetivo. Eu avalio se a pessoa está afim de estar ali. A questão de negociação exige alguns critérios mínimos. Nós temos o nosso objetivo e trabalhamos para alcançar essas metas.
NG- O cenário econômico atual ainda não está estável. Isso exige um perfil diferente de negociação. O que é considerado hoje uma negociação eficiente?
17976721_1373244836045296_688505137_oWM- Diante do cenário econômico que é de aumento do desemprego, as notícias não são muito animadoras. A inflação vai cair um pouco sim, mas isso vai depender também da questão econômica dos Estados Unidos. Vai ser bem difícil a recuperação de crédito nesse ano todo. No ano passado, já foi difícil, esse ano continuará no mesmo cenário. Aqui, na empresa, a gente tem um staff muito forte, um chão de fábrica muito forte. Dentro de todos escritórios do banco Itaú no Brasil, nos somos o melhor. Em alguns indicadores ocupamos, no máximo, a segunda posição. Mas somos muito fortes naquilo que fazemos graças a esse compromisso com o cliente.
A negociação eficiente neste cenário não é só aquela em que você fecha um acordo,mas sim, aquela que você aproxima o cliente da sua empresa para que ele saiba que, se houver outro atraso, ele pode contar com a sua negociação.A gente sobrevive de recuperação de crédito. Mas o nosso objetivo sempre é que o cliente, na hora que atrasar uma parcela, pense ‘vou fechar com a Nova Gestões’ porque são eles que me oferecem o melhor atendimento e a melhor opção. Isso para mim é sucesso.

NG – E como você avalia o perfil dos clientes hoje?

 

WM – Isso varia muito, mas no geral, os clientes estão mais atentos as tecnologias. De acordo com o perfil do cliente, há um tratamento especifico. Para se ter uma ideia, há dois anos os clientes que chegam até a empresa pelas mídias sociais era um índice perto de zero, hoje ultrapassa 10% do nosso total. Toda comunicação e linguagem é também afinada com o banco. Hoje eu tenho 4 pessoas só trabalhando com e-mail, mensagens de celular e aplicativos como o whatsapp, prontos para atender clientes.

NG – Como é trabalhar na Nova Gestões?
WM – Aqui é diferente das demais por ser uma empresa familiar. Aqui, eu me sinto, realmente em casa. Então eu faço com que minha equipe se sinta bem. Para a festa, todo mundo quer ir, mas pra guerra não. Eu tento trazer para minha equipe, sempre esse sentimento agradável.Aqui, temos liberdade de trabalho. É um lugar onde eu tenho condições de criar, de trazer resultado. Em outras empresas, eu sei que procedimentos que a gente resolve em uma tarde, lá demoram 10, 15 dias, entre reunião, auditoria e validação de processos. Isso faz com que a gente saia na frente de muitos escritórios.
NG –  Para alguém que está começando sua trajetória profissional. O que você aconselha?
WM – Primeiro, cuide de você. Seja o melhor naquilo que te derem para fazer.  Quando eu conto minha história, muitos falam: ‘você chegou até aqui, porque é amigo do dono’. Eu digo que a amizade abre portas sim. Mas, uma vez aqui dentro, você tem que mostrar a que veio e estar disponível. Eu gosto de ouvir conselhos e justamente por essa amizade eu sei que não posso fazer feio aqui. Eu tenho muito orgulho em estar  onde estou. A empresa tinha pouco mais de 100 funcionários, hoje são quase 2 mil funcionários.  Tenho orgulho da grandeza deste grupo e mais orgulho ainda em imaginar que hoje eu lidero uma equipe com mais de 100 pessoas. Eu conheci minha esposa aqui, fomos colegas de trabalho. Minha filha nasceu quando eu estava assumindo a carteira do Itaú. Eu estou com essa empresa eu falei sim para ela, a partir disso, minha vida só evoluiu aqui dentro.
“O banco  quer resultado. Mas se hoje eu estou muito bem e tem um funcionário não tão bem, eu abraço o trabalho dele. É esse o comportamento que eu ofereço e é esse o comportamento que eu quero da minha equipe.”

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